<< voltar


DOUTORES DA IGREJA
Por Luiz Octávio Rocha Miranda

Na Igreja Católica, Doutor e Doutora da Igreja (latim doctor ecclesiæ) são homens e mulheres cujos pensamentos, pregações, escritos e forma de vida enalteceram o cristianismo.

Todos eles foram considerados modelos de santidade e que contribuiram de alguma forma original (e ortodoxa) para a doutrina e espiritualidade cristã, tendo sido o título reconhecido quer por um Papa, quer por um concílio ecuménico (embora nenhum concílio tenha jamais exercido essa prerrogativa); trata-se de uma honra rara (a Igreja conta apenas 33 doctores ecclesiæ entre os seus múltiplos santos), atribuída apenas a título póstumo e após a canonização.

O título de Doutor da Igreja não é idêntico ao de Padre da Igreja, que é reservado aos mestres doutrinários dos primeiros séculos, e cuja lista não está ainda oficialmente encerrada; porém, há vários Padres da Igreja (designadamente os Orientais) que são também doutores da Igreja.

Originalmente, a lista incluía apenas os grandes teólogos do Ocidente: Ambrósio de Milão, Agostinho de Hipona, Jerónimo de Strídon e Gregório Magno, que foram feitos Doutores da Igreja em 1298. Os Padres do Oriente, Atanásio de Alexandria, Basílio Magno, João Crisóstomo e Gregório de Nanzianzo foram declarados Doutores em 1568, simultaneamente com Tomás de Aquino. Desde então a lista tem vindo a engrossar; os três mais recentes doutores da Igreja datam dos últimos quarenta anos e são todas mulheres: Teresa de Ávila, Catarina de Sena e Teresa do Menino Jesus (também conhecida como Teresa de Lisieux). De referir ainda que dos actuais Doutores da Igreja apenas Catarina de Sena era leiga, sendo os demais todos presbíteros, papas, bispos, diáconos ou religiosos.

Os motivos que levaram à atribuição do título são variados; alguns foram proeminentes escritores e tratadistas (como Gregório ou Ambrósio); outros grandes místicos (Catarina de Siena, João da Cruz). Outros ainda foram polemistas, defendendo a Igreja contra heresias (Agostinho, Bellarmino). Outros filósofos de renome da Escolástica, como Anselmo, Alberto Magno ou Tomás de Aquino.

Segue-se a lista dos Doutores da Igreja Católica, com a data da sua ascensão a esse título, quando conhecida; marcados com um asterisco vão os Padres venerados pela Igreja Oriental, embora os ortodoxos não usem o termo Doutor da Igreja.

Os Doutores da Tradição

Os quatro Doutores latinos

Nome Nascimento Morte Proclamação Origem Ofício
Papa São Gregório Magno* c. 540 12 de março de 604 Papa Bonifácio VIII, 1298
1º Doutor da Igreja
Itália Papa
Santo Ambrósio de Milão* c. 340 4 de abril de 397 Papa Bonifácio VIII, 1298
2º Doutor da Igreja
Itália Bispo de Milão
Santo Agostinho de Hipona, Doctor Gratiae* 13 de novembro de 354 28 de agosto de 430 Papa Bonifácio VIII, 1298
3º Doutor da Igreja
Província romana
da Numídia
Bispo de Hipona
São Jerónimo de Strídon* c. 347 30 de setembro de 420 Papa Bonifácio VIII, 1298
4º Doutor da Igreja
Dalmácia Monge em Belém

Os quatro Doutores gregos

Nome Nascimento Morte Proclamação Origem Ofício
São João Crisóstomo* c. 348 407 Papa Pio V, 1568
6º Doutor da Igreja
Síria Patriarca de Constantinopla
São Basílio de Cesareia* c. 330 379 Papa Pio V, 1568
7º Doutor da Igreja
Capadócia Bispo de Cesareia Palestina
São Gregório de Nanzianzo* c. 329 c. 390 Papa Pio V, 1568
8º Doutor da Igreja
Capadócia Patriarca de Constantinopla
Santo Atanásio de Alexandria* c. 298 2 de maio de 373 Papa Pio V, 1568
9º Doutor da Igreja
Egito Patriarca de Alexandria

Os Doutores proclamados

Nome Nascimento Morte Proclamação Origem Ofício
Santo Tomás de Aquino, Doctor Angelicus c. 1225 7 de março de 1274 Papa Pio V, 1567
5º Doutor da Igreja
Itália O.P.
São Boaventura de Bagnoregio, Doctor Seraphicus c. 1221 15 de julho de 1274 Papa Sixto V, 1588
10º Doutor da Igreja
Itália O.F.M.
Santo Anselmo de Cantuária, Doctor Magnificus 1033 ou 1034 21 de abril de 1109 Papa Clemente XI, 1720
11º Doutor da Igreja
Itália Arcebispo de Cantuária
Santo Isidoro de Sevilha 560 4 de abril de 636 Papa Inocêncio XIII, 1722
12º Doutor da Igreja
Reino dos Visigodos, Espanha Bispo de Sevilha
São Pedro Crisólogo 406 (?) 450 ou 451 Papa Bento XIII, 1729
13º Doutor da Igreja
Itália Arcebispo de Ravena
Papa São Leão Magno c. 400 10 de novembro de 461 Papa Bento XIV, 1754
14º Doutor da Igreja
Itália Papa
São Pedro Damião 1007 21 ou 22 de fevereiro de 1072 Papa Leão XII, 1828
15º Doutor da Igreja
Itália Cardeal
São Bernardo de Claraval, Doctor Mellifluus 1090 21 de agosto de 1153 Papa Pio VIII, 1830
16º Doutor da Igreja
França O. Cist.
Santo Hilário de Poitiers 300 367 Papa Pio IX, 1851
17º Doutor da Igreja
França Bispo de Poitiers
Santo Afonso de Ligório, Doctor Zelantissimus 27 de setembro de 1696 1 de agosto de 1787 Papa Pio IX, 1871
18º Doutor da Igreja
Itália Bispo de Santa Ágata dos Godos, C.S.S.R.
São Francisco de Sales 21 de Agosto de 1567 28 de dezembro de 1622 Papa Pio IX, 1877
19º Doutor da Igreja
França Bispo de Genebra
São Cirilo de Alexandria, Doctor Incarnationis* 376 c. 444 Papa Leão XIII, 1883
20º Doutor da Igreja
Egipto Patriarca de Alexandria
São Cirilo de Jerusalém 315 386 Papa Leão XIII, 1883
21º Doutor da Igreja
Bispo de Jerusalém
São João Damasceno c. 675 4 de dezembro de 749 Papa Leão XIII, 1883
22º Doutor da Igreja
Síria Monge
São Beda, o Venerável 672 ou 673 26 de maio de 735 Papa Leão XIII, 1899
23º Doutor da Igreja
Inglaterra Monge OSB
Santo Efrém da Síria 306 373 Papa Bento XV, 1920
24º Doutor da Igreja
Síria Monge
São Pedro Canísio 8 de Maio de 1521 21 de dezembro de 1597 Papa Pio XI, 1925
25º Doutor da Igreja
Países Baixos S.J.
São João da Cruz, Doctor Mysticus 24 de Junho de 1542 14 de dezembro de 1591 Papa Pio XI, 1926
26º Doutor da Igreja
Espanha O.C.D.
São Roberto Belarmino 4 de outubro de 1542 17 de setembro de 1621 Papa Pio XI, 1931
27º Doutor da Igreja
Italiano Cardeal, S.J.
Santo Alberto Magno, Doctor Universalis c. 1206 15 de novembro de 1280 Papa Pio XI, 1931
28º Doutor da Igreja
Alemanha O.P.
Santo António de Lisboa (ou de Pádua), Doctor Evangelicus 15 de Agosto de 1195 13 de junho de 1231 Papa Pio XII, 1946
29º Doutor da Igreja
Portugal O.F.M.
São Lourenço de Brindisi, Doctor Apostolicus 22 de julho de 1559 22 de julho de 1619 Papa João XXIII, 1959
30º Doutor da Igreja
Itália O.F.M. Cap.
Santa Teresa de Ávila 28 de Março de 1515 4 de outubro de 1582 Papa Paulo VI, 1970
31º Doutora da Igreja
Espanha O.C.D.
Santa Catarina de Siena 25 de Março de 1347 29 de abril de 1380 Papa Paulo VI, 1970
32º Doutora da Igreja
Itália O.P.
Santa Teresa de Lisieux
(Santa Teresinha do Menino Jesus), Doctor Amoris
2 de janeiro de 1873 30 de setembro de 1897 Papa João Paulo II, 1997
33º Doutora da Igreja
França O.C.D.

São Gregório I, OSB (ca. 540 — 12 de Março de 604) foi Papa de 3 de Setembro de 590 até a data da sua morte. Era monge beneditino.

Gregório nasceu em Roma numa família da aristocracia tradicional romana, filho de Gordiaus e de Santa Sílvia. Chegou a perseguir uma carreira política que o levou ao cargo de prefeito da cidade. Em cerca de 575, Gregório ingressa num mosteiro e assume a vida religiosa por influência dos escritos e personalidade de São Bento. Converteu sua casa no monte Célio no mosteiro de Santo André e fundou seis outros nas terras de sua família, na Sicília.

Enquanto papa, Gregório foi o responsável pelo envio dos primeiros missionários para converter os anglo-saxões nas Ilhas Britânicas (tendo enviado para lá um grupo de quarenta monges beneditinos, liderados por Agostinho de Cantuária, que seria o primeiro bispo de Cantuária). É ainda responsável pela divulgação do tipo de música que é hoje em dia conhecido como canto gregoriano. Deixou extensa obra escrita, incluindo sermões e comentários sobre a Bíblia, como o livro "Moralia", que comenta o livro de Jó, e volumes de correspondência. Também foi responsável pela compilação dos Sete Pecados Capitais - a soberba, a avareza, a inveja, a ira, a luxúria, a gula e a preguiça - adaptando para o Ocidente apartir das 8 tentações descritas pelo monge Euagrios Pontikos dois séculos antes.

A par do Papa Leão I, foi chamado pelo povo de Magno, sendo celebrado como santo pela Igreja Católica.

Ambrósio de Milão (Trier, Alemanha 340 - 4 de abril de 397), conhecido como Santo Ambrósio, foi bispo da atual Arquidiocese de Milão, e é considerado um dos Padres e Doutores da Igreja. Foi ele quem ministrou o baptismo a Agostinho de Hipona. É considerado um dos quatro máximos doutores da Igreja, aprendeu de Orígenes a conhecer e a comentar a Bíblia.

Ambrósio era, na verdade, gaulês, descendente de gregos como se pode inferir de seu nome e do de seu irmão, Urânio Sátiro. Nasceu em Tréveris (atual Trier, na Alemanha), onde seu pai exercia alta função na administração do Império Romano. Depois de residir em Roma por muito tempo, onde se encontrava entre as mais ricas e nobres famílias, seu pai foi posto por Constantino à frente da prefeitura da Gália.

Seu pai teria falecido logo após seu nascimento. Sua mãe, então, retornou a Roma com os três filhos: Marcelina, Sátiro e Ambrósio. Em Roma, recebeu a formação dos nobres romanos, estudando gramática, literatura grega e romana, retórica e direito. Não lhe faltaram ainda a frequência ao circo e ao teatro. Ao lado dessa formação, recebeu, também, educação religiosa, destinada aos catecúmenos, ministrada pelo sacerdote Simpliciano, futuro sucessor de Ambrósio na sede de Milão. A influência deste sacerdote sobre Ambrósio foi tão marcante que santo Agostinho o chamava de "pai do bispo Ambrósio, segundo a graça".

Estátua de Santo Ambrósio

Terminados os estudos, partiu para Sírmio, onde iniciou, com seu irmão, a carreira de advogado do tribunal da prefeitura. Sexto Petrônio Probo, prefeito do pretório, o nomeou, em 370, membro de seu conselho, e depois de alguns anos, consularis, isto é, governador da província da Emília e Ligúria, com sede em Milão. Na época, Milão era a segunda cidade da Itália, encruzilhada dos caminhos para a Gália e Constantinopla.

O Bispo

Com a morte do bispo Auxêncio, ariano, acirrou-se a disputa pela vaga entre arianos e católicos. Para assegurar a ordem na eleição, Ambrósio compareceu, pessoalmente, na qualidade de prefeito da polícia. Tinha, então, 40 anos. Agiu com tamanha eficácia, controlou os ânimos das facções com tanta moderação que os partidos opostos se uniram para elegê-lo bispo. Reconhecendo na unanimidade a vontade de Deus, Ambrósio aceitou o cargo, não depois de muitas tentativas de recusa. É ainda catecúmeno. Preparam-se as cerimônias do batismo. Na semana seguinte, recebeu todas as ordens e foi consagrado bispo a 7 de dezembro de 374.

Como bispo, evitou prudentemente as controvérsias dogmáticas. Sob orientação ainda de seu antigo preceptor, Simpliciano, mergulhou nos estudos das Sagradas Escrituras. Lia assiduamente os autores antigos e contemporâneos, especialmente os gregos. Procurou reformar, interiormente, o clero. Para isso escreveu, sob o modelo da obra homônima de Cícero, o Sobre o ofício dos ministros. Em pouco tempo, capacitou-se para a pregação a tal ponto que o próprio Agostinho se admirava de sua interpretação alegórica das Escrituras.

Suas exposições sobre o valor da virgindade provocaram um movimento religioso em toda a Itália. Renunciou a seus bens em favor da Igreja e dos pobres, levando vida ascética exemplar. Ele mesmo preparava os catecúmenos para o batismo, iniciava-os nas celebrações pascais, na compreensão dos ritos. Consagrava-se dia e noite aos deveres de seu ministério.

Aurélio Agostinho (em latim: Aurelius Augustinus), Agostinho de Hipona,[1] ou Santo Agostinho[2] (Tagaste, 13 de Novembro de 354 — Hipona, 28 de Agosto de 430), foi um bispo, escritor, teólogo, filósofo, padre e Doutor da Igreja Católica.

Agostinho é uma das figuras mais importantes no desenvolvimento do cristianismo no Ocidente. Agostinho foi muito influenciado pelo neoplatonismo de Plotino.[3] Ele aprofundou o conceito de pecado original dos padres anteriores e, quando o Império Romano do Ocidente começou a se desintegrar, desenvolveu o conceito de Igreja como a cidade espiritual de Deus (em um livro de mesmo nome), distinta da cidade material do homem.[4] Seu pensamento influenciou profundamente a visão do homem medieval. A igreja se identificou com o conceito de Cidade de Deus de Agostinho, e também a comunidade que era devota de Deus.[5]

Agostinho nasceu na cidade de Tagaste,[6] atual Souk Ahras, Argélia, e sua mãe, cristã, se chamava Mônica. Foi educado no Norte da África e resistiu aos pedidos da mãe para se tornar cristão. Vivendo como um intelectual "pagão", ele tomou uma concubina e se tornou um maniqueísta. Posteriormente se converteu para a Igreja Cristã, se tornou um bispo, e se opôs às "heresias", como a crença que as pessoas possuem a habilidade de escolher fazer um bem tão forte que poderia merecer a salvação sem receber a ajuda divina (pelagianismo).

Na Igreja Católica Romana, e na Igreja Anglicana, é um santo, e um importante doutor da Igreja, e o patrono da ordem religiosa agostinha; seu memorial é celebrado no dia 28 de agosto. Muitos protestantes, especialmente calvinistas, o consideram como um dos pais teólogos da Reforma Protestante ensinando a salvação e a graça divina. Na Igreja Ortodoxa Oriental ele é louvado, e seu dia festivo é celebrado em 15 de junho, apesar de uma minoria ser da opinião que ele é um "herege", principalmente por causa de suas mensagens sobre o que se tornou conhecido como a cláusula filioque.[7] Entre os ortodoxos é chamado de "Agostinho Abençoado", ou "Santo Agostinho o Abençoado".[8]

São Jerónimo, Jerônimo na ortografia brasileira, (Strídon, cerca de 347 — Belém, 30 de setembro de 419/420), de seu nome completo Eusebius Sophronius Hieronymus, é conhecido sobretudo como tradutor da Bíblia do grego antigo e do hebraico para o latim. É o padroeiro dos bibliotecários e dos tradutores e patrono das Secretárias (inclusive ambos comemorados no dia 30 de setembro).

A edição de São Jerónimo, a "Vulgata", é ainda o texto bíblico oficial da Igreja Católica Romana, que o reconhece como Padre da Igreja (um dos fundadores do dogma católico) e ainda doutor da Igreja. Nasceu em Strídon, na fronteira entre a Panónia e a Dalmácia (motivo pelo qual também é chamado de Jerónimo de Strídon), no segundo quarto do século IV e faleceu perto de Belém, em sua cela, próximo à gruta da Natividade.

A Vulgata foi publicada cerca de 400 d.C., poucos anos depois de Teodósio I ter feito do Cristianismo a religião oficial do Império Romano (391).

São João Crisóstomo, em grego ??????? ? ???s?st?µ??, (349, Antioquia da Síria, hoje Antakya, no sul da Turquia - 14 de Setembro de 407) foi um teólogo e escritor cristão, Patriarca de Constantinopla no fim do século IV e início do V. Sua deposição em 404 produziu uma crise entre a Santa Sé e a Sé Patriarcal. Pela sua inflamada retórica, ficou conhecido como Crisóstomo (que em grego significa «boca de ouro»).

"Como verdadeiro pastor, tratava a todos com cordialidade, (...) em particular nutria uma ternura especial pela mulher e dedicava uma atenção particular ao matrimônio e à familia" e "convidava aos fiéis a participar na vida litúrgica, que fez esplêndida e atractiva com criatividade genial". Mas "apesar de sua bondade (...) se viu envolto em freqüentes intrigas políticas, por suas contínuas relações com as autoridades e as instituições civis (...) e foi condenado ao exílio".[1]

É considerado santo pelas Igrejas Ortodoxa e Romana; é, a par de Gregório de Nanzianzo, de Gregório de Nissa e de Basílio de Cesareia, um dos quatro grandes Padres da Igreja Oriental; é ainda um dos Doutores da Igreja Católica.

São Basílio (329 - 379) foi um teólogo, escritor cristão do século IV e é um padre e Doutor da Igreja.

A família e a formação

Basílio nasceu em Cesaréia, capital da Capadócia, Ásia Menor no seio de uma família profundamente cristã. Seu pai era São Basílio o velho, e sua mãe, Santa Emélia. Estudou em Constantinopla e Atenas. Entre seus nove irmãos figuraram: São Gregório de Nissa, Santa Macrina a jovem e São Pedro de Sevaste.

Como seus colegas de estudo teve o futuro imperador apóstata, Juliano, e São Gregório Nazianzeno, também capadócio e seu amigo inseparável, que escreveu sobre os dois: "conhecíamos apenas duas ruas na cidade: a que conduzia à Igreja e a que nos levava à escola".

endereço
Rua do Ouvidor 60/911
Centro - CEP 20.040-030
Rio de Janeiro, R.J.- Brasil

telefone
Tel.: (21) 2292-5005 / 2292-5006


e-mail

contato@rochamiranda.adv.br


Copyright © 2003 - 2015 Rocha Miranda & Advogados Associados.
Melhor visualizado em 1024 X 768